Yield de dois dígitos no KNCR11 e dividendo bilionário na ENEV3 colocam papéis no radar
Eneva – Após garantir 3,5 GW no Leilão de Reserva de Capacidade, a companhia viu as ações saltarem mais de 20% e passou a ser cotada para distribuir até R$ 41 bilhões em dividendos até 2032, segundo o BTG Pactual. O potencial de fluxo de caixa reacende o apetite de investidores por renda recorrente e valorização de capital.
- Em resumo: ENEV3, BRKM5 e KNCR11 lideram as recomendações da semana entre casas de análise.
Dividendo bilionário: por que a Eneva empolga analistas
O BTG elevou o preço-alvo de ENEV3 de R$ 20 para R$ 31 e classifica a empresa como “compounder”, apontando margem EBITDA próxima de 80%. Já a XP lembra que o management pode optar por investir em novos projetos ou turbinar proventos, cenário que manteria a ação atrativa mesmo com possível recuo da Selic. Dados da Infomoney corroboram o otimismo do mercado.
BTG Pactual: “Se o capex for mais conservador, o caixa livre pode superar R$ 11 bi até 2030, sustentando distribuição de até R$ 41 bi em dividendos.”
Braskem ensaia virada e KNCR11 garante renda de 12,8%
Endividada, a Braskem ganhou fôlego com a elevação de recomendação do Citi para neutra e novo preço-alvo de R$ 10. A alta do petróleo, em meio às tensões geopolíticas, deve ampliar spreads petroquímicos e melhorar o EBITDA. No campo dos FIIs, o Kinea Rendimentos (KNCR11) exibe dividend yield projetado de 12,8% ao ano, apoiado por uma carteira de CRIs atrelados ao CDI e patrimônio de R$ 11,1 bilhões – o maior do setor.
Em um momento de incerteza sobre o rumo da política monetária, papéis defensivos com alto fluxo de caixa e FIIs indexados a juros tendem a funcionar como “hedge” contra volatilidade, reforçando o apelo dessas recomendações.
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Crédito da imagem: Divulgação / MoneyTimes