Prazo extra garante pagamento ininterrupto e reduz risco de fraudes
Governo Federal – Para impedir que milhões de famílias percam o Bolsa Família e o BPC por falta de documentação, o Executivo esticou o calendário de emissão da nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) com biometria.
- Em resumo: quem não tem digitais registradas ganhou até janeiro de 2027 para tirar o novo RG sem sofrer bloqueio no benefício.
Quem precisa correr: novos prazos oficiais
A obrigação de apresentar a CIN a partir de maio de 2026 foi revista. Agora, beneficiários do CadÚnico sem qualquer cadastro biométrico têm até janeiro de 2027, enquanto quem já registrou digitais em outro documento (CNH ou título de eleitor) pode esperar até janeiro de 2028. A medida segue as diretrizes do Decreto 10.977/2022, que criou a identidade unificada – “um passo decisivo contra fraudes”, ressaltou o Ministério da Gestão em nota ao G1 Economia.
A CIN cruza CPF e digitais em tempo real; cada número de identidade passa a ser nacional, único e verificável por QR Code.
Por que isso importa para o seu bolso?
Auditorias internas detectaram aumento de tentativas de fraude em programas sociais logo após a expansão do auxílio em 2023. Ao exigir biometria, o governo projeta economia bilionária em pagamentos indevidos e garante que recursos cheguem a quem realmente precisa. Além disso, a CIN será o único documento civil aceito a partir de 2032; sem ela, o cidadão poderá ser convocado para “pente-fino” cadastral, com risco de ter o benefício suspenso até regularização.
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Crédito da imagem: Divulgação / Governo de Rondônia