Veja como companhias monetizam a pausa nas telas e elevam a produtividade
BASF – De salas de bem-estar a guias de saúde emocional, a gigante química intensificou programas de “detox digital” nos últimos meses, transformando a desconexão em ativo estratégico para manter foco e reduzir custos ligados a estresse laboral.
- Em resumo: Cortar tempo de tela virou diferencial competitivo e já movimenta um mercado global de soluções offline.
De “luxo” a necessidade: tendência ganha força
A consultoria WGSN classificou o ato de se desligar das redes como “novo símbolo de luxo”. A avaliação ecoa pesquisas como a da Pluxee, que mostra 67% dos brasileiros limitando redes sociais por ansiedade e perda de tempo. Segundo reportagem da Reuters sobre o boom do bem-estar digital, o segmento de retiros e aplicativos focados em uso consciente deve seguir em alta no pós-pandemia.
“Desconectar sem sacrificar a carreira será visto como status”, destaca o relatório “Principais Tendências 2026” da WGSN.
Impacto direto no caixa das empresas
Programas de pausa guiada reduzem afastamentos por burnout e elevam a retenção de talentos, apontam estudos de ESG. A Subsea7, por exemplo, viu a adesão a aulas de forró e treinamentos funcionais crescer mais de 40%, sinalizando retorno sobre o investimento em iniciativas offline.
Em paralelo, fabricantes como Nokia e Heineken relançaram celulares “básicos”, enquanto startups de bloqueio de notificações atraem venture capital. Analistas lembram que o movimento ocorre num momento de juros ainda elevados no Brasil e margens de lucro pressionadas: qualquer ganho de produtividade é bem-vindo.
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Crédito da imagem: Divulgação / BASF