Recompra sinaliza nova corrida por produtoras independentes
JNTO – A produtora voltou recentemente ao controle exclusivo do fundador Cainã Meneses, movimento que libera caixa para a fase de internacionalização e pode mexer com preços de produção no setor audiovisual.
- Em resumo: Meneses comprou a fatia que estava com a W7M Investment desde 2021 e já prepara bases em São Paulo, Dubai e Estados Unidos.
Do buyback à liberdade operacional
Com o buyback, a JNTO readquire poder decisório total sobre portfólio, margens e cronograma de entrega, algo visto como vantagem competitiva em um mercado que cresce 10% ao ano, segundo levantamento do segmento de produtoras independentes.
A companhia planeja abrir escritórios nos três continentes até o fim do ano, mantendo a W7M como parceira pontual em projetos de maior escala.
Por que a volta ao controle total interessa a investidores
O caixa próprio oferece agilidade para surfar a demanda aquecida por conteúdo, impulsionada pelas plataformas de streaming e pela alta do dólar, que torna serviços brasileiros mais atrativos no exterior. Historicamente, produtoras brasileiras que buscam mercados fora geram valuation até 40% superior após os primeiros contratos internacionais, de acordo com dados da Brazil Journal.
O que você acha? O retorno ao controle integral pode colocar a JNTO no radar de novos investidores do setor de entretenimento? Para acompanhar outras movimentações estratégicas, acesse nossa editoria de Negócios.
Crédito da imagem: Divulgação / JNTO