Criminosos evoluem técnicas e miram terminais pouco vigiados
Banco Central do Brasil – Relatórios recentes alertam que a clonagem de cartões por skimming voltou a ganhar força, ampliando o risco de prejuízos invisíveis para correntistas em todo o país.
- Em resumo: Leitor falso, teclado sobreposto e microcâmera formam o combo que rouba dados em segundos.
Skimming 2.0: leitor falso e microcâmeras em ação
O golpe consiste na instalação de um dispositivo idêntico ao original sobre a entrada do cartão, capaz de copiar a tarja magnética em frações de segundo. Paralelamente, microcâmeras capturam a senha digitada. Segundo especialistas ouvidos pela Reuters, a sofisticação desses equipamentos dificulta a percepção visual até mesmo de usuários experientes.
Especialistas em segurança estimam que o skimming movimente bilhões de dólares por ano em todo o mundo, combinando fraude física e venda de dados em fóruns clandestinos.
Impacto financeiro: bancos reforçam gasto com segurança
A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informa que o setor redireciona parte do orçamento para blindar terminais e acelerar a substituição de leitores antigos. Embora o chip EMV tenha reduzido clonagens, caixas que ainda aceitam tarja magnética continuam vulneráveis. Nos bastidores, executivos avaliam que o custo extra de prevenção pressiona o spread bancário e, no limite, pode chegar às tarifas de serviços.
Como o correntista pode se blindar agora
Para o usuário, a primeira linha de defesa continua sendo a inspeção visual do terminal. Puxe levemente a fenda do cartão, passe o dedo no teclado e cubra a senha ao digitar. Ative alertas instantâneos no aplicativo bancário e conteste qualquer transação suspeita imediatamente. Em compras online, prefira cartões virtuais de uso único para isolar o risco.
O que você acha? Acha que o banco faz o suficiente para proteger seus dados ou o usuário precisa redobrar a vigilância? Para mais dicas de segurança financeira, acesse nossa editoria especializada.
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