Bloqueio cautelar de 72h e botão de contestação entram em cena
Banco Central do Brasil – Desde 2 de fevereiro de 2026, todas as instituições que operam Pix passaram a seguir o MED 2.0, um rastreador em cadeia que promete aliviar o bolso dos consumidores e diminuir o prejuízo dos bancos.
- Em resumo: Golpes podem cair 40% graças ao bloqueio de até cinco etapas de transferência.
MED 2.0: como funciona o rastreamento em cadeia
A nova versão do Mecanismo Especial de Devolução segue o caminho do dinheiro por cinco contas sucessivas. Se houver suspeita, o valor é congelado por até 72 h antes de uma decisão. Caso a fraude seja confirmada, a devolução acontece em, no máximo, 11 dias. O Banco Central detalha o fluxo técnico da operação em nota oficial.
“O Banco Central estima que a mudança pode reduzir em até 40% os golpes considerados bem-sucedidos.”
Por que a medida impacta correntistas e fintechs
Com o Pix superando R$ 16 trilhões em transações em 2025, segundo dados do BC, cada avanço na segurança tem efeito macroeconômico: menos perdas judiciais para instituições, menor custo de seguros cibernéticos e, potencialmente, taxas mais baixas ao usuário final.
A exigência de um botão de contestação direto no app também pressiona fintechs e bancos tradicionais a revisarem suas jornadas de usuário. Em paralelo, o bloqueio cautelar de 72 h dá fôlego às autoridades para rastrear dinheiro ilícito que, até então, sumia em minutos.
O que você acha? A MED 2.0 vai de fato desincentivar os golpistas ou apenas alongar o caminho do dinheiro? Para mais análises sobre segurança financeira, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Banco Central