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Mercado Financeiro

Nova lei exige 35% de cacau e pode sacudir mercado de chocolate

Última atualização: 04/04/2026 3:21 am
Lucas Cezário
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Mudança na composição promete mexer no bolso de fabricantes e consumidores

Câmara dos Deputados — O Congresso aprovou, em março, um Projeto de Lei que redefine os percentuais mínimos de cacau no chocolate vendido no país, elevando o padrão do amargo para 35% de sólidos do fruto. A regra entra em vigor na Páscoa de 2025 e força a indústria a recalcular custos num cenário de cacau já pressionado no mercado internacional.

Índice de Conteúdos
  • Mudança na composição promete mexer no bolso de fabricantes e consumidores
  • O que muda na prateleira a partir de 2025
  • Impacto limitado na cadeia de cacau, dizem especialistas
  • Em resumo: chocolate amargo ou meio amargo passará a ter, por lei, ao menos 35% de cacau.

O que muda na prateleira a partir de 2025

Pela legislação atual o teor mínimo geral é de 25%. A nova faixa de 35% aproxima o Brasil de mercados como União Europeia e Estados Unidos, onde o consumidor paga mais por barras com alta concentração de cacau. Segundo dados da Reuters sobre cotações globais, o preço da amêndoa já subiu mais de 40% nos últimos 12 meses, fator que amplia a pressão de custos para grandes fabricantes.

A demanda industrial por amêndoas deve crescer cerca de 5% no Brasil, impacto considerado “marginal” no balanço mundial de oferta, avalia Marcos Silveira Bernardes, pesquisador da Esalq/USP.

Impacto limitado na cadeia de cacau, dizem especialistas

Embora a mudança fixe novos patamares, boa parte das marcas premium já trabalha acima dos 50% de cacau, enquanto as populares têm recorrido a produtos “sabor chocolate” para driblar o valor da matéria-prima. Analistas lembram que o país responde por apenas 4% da produção mundial e que, graças ao regime de drawback, grandes indústrias costumam importar amêndoas isentas de impostos, reduzindo o potencial benefício imediato para o produtor local.

Além disso, o preço internacional do cacau atingiu a máxima histórica em fevereiro, impulsionado por safras menores na África Ocidental e pelo dólar valorizado. Se essa tendência persistir, o repasse ao consumidor brasileiro pode vir tanto em barras menores quanto em aumentos de preço já na próxima Páscoa, cenário que intensifica a busca de margens por players nacionais.

O que você acha? A nova regra valoriza o cacau nacional ou encarece o chocolate no supermercado? Para mais análises do setor, acesse nossa editoria especializada.


Crédito da imagem: Divulgação / G1

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Feito PorLucas Cezário
Especializado na cobertura ágil e em tempo real do cenário macroeconômico, Lucas acompanha de perto a Bolsa de Valores (B3), decisões sobre taxas de juros (Selic), inflação e flutuações cambiais. Com um olhar clínico para dados, ele entrega notícias factuais e de impacto direto, fundamentais para quem precisa se antecipar às tendências da economia brasileira e global.
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