Sem autenticação robusta, o “dinheiro que se move sozinho” pode travar
Banco Central do Brasil (BCB) – Puxado pelo avanço do Open Finance e pelo recém-anunciado Drex, o debate sobre pagamentos agênticos ganha urgência: sem a identificação inequívoca de quem emite o comando, o modelo promete, mas não entrega valor ao lojista nem segurança ao usuário.
- Em resumo: a confiabilidade da identidade digital é o pilar que habilita — ou bloqueia — o crescimento desse novo tipo de transação.
Por que “quem é o agente” virou a pergunta de um bilhão?
A automação de compras via assistentes virtuais ou dispositivos IoT só ocorre quando o mandato é verificado ponto a ponto. Segundo levantamento citado pelo Valor Econômico, mais de 23 milhões de brasileiros já compartilham dados pelo Open Finance, mas a etapa de KYC ainda é o gargalo.
“Sem identificar o agente com confiança, o mandato fica comprometido e todo o fluxo desmorona.” – trecho do artigo original publicado no NeoFeed.
Impacto direto: do checkout invisível ao risco regulatório
Na prática, o comércio agêntico promete reduzir fricção e custo nas vendas recorrentes; porém, fraudes em alta pressionam adquirentes a exigir camadas adicionais de verificação. O histórico recente de adaptações no Pix — que passou a limitar valores noturnos após aumento de golpes — mostra como a supervisão do BCB tende a endurecer sempre que a segurança falha.
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Crédito da imagem: Divulgação / NeoFeed