Novas funções prometem baratear impostos e empréstimos já em 2026
Banco Central do Brasil – Sob ataques do presidente norte-americano Donald Trump e com o respaldo público de Lula, a autoridade monetária corre para entregar a fase mais ambiciosa do PIX, iniciativa transmitida pelos canais Globo e Record na última quarta-feira. A meta é reduzir custos de pagamentos, destravar crédito e ampliar o alcance internacional da plataforma que movimentou R$ 35,36 trilhões em 2025.
- Em resumo: cobrança híbrida, split tributário, duplicata e crédito consignado via PIX chegam até novembro; versão internacional fica para 2027.
Cobrança híbrida e split tributário entram em cena
Pelo novo regulamento, boletos ganham QR Code obrigatório, facilitando conciliação instantânea. Já o split tributário permitirá que a CBS seja recolhida em tempo real, modelo alinhado às diretrizes da reforma do consumo. Especialistas ouvidos pela agência Reuters apontam que a medida pode enxugar em até 30% os custos de compliance de pequenas empresas.
A plataforma registra praticamente todo adulto bancarizado, ressaltou Renato Gomes, diretor do BC, ao lembrar o pico de R$ 35,36 tri em 2025.
Crédito consignado no PIX deve baratear juros a autônomos
Em 2027, trabalhadores sem holerite poderão usar recebíveis futuros como garantia, mecanismo similar ao consignado do setor público. A expectativa do mercado é que a taxa média de empréstimos caia de 3,5% para algo próximo de 2% ao mês, conforme projeções divulgadas pelo Tesouro na última ata do Copom.
Pagamentos globais conectam Brasil, EUA e Europa
O BC estuda integrar o PIX a redes instantâneas de Portugal, Argentina e cidades específicas dos EUA, passo que acompanha movimentos do G20 para padronizar mensagens ISO-20022 e reduzir o spread cambial. Segundo a Valor Econômico, transações transfronteiriças podem economizar até US$ 16 bilhões por ano em tarifas de remessa.
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Crédito da imagem: Divulgação / Banco Central do Brasil