Entenda por que a cobertura certa vale mais do que um mês parado
Grupo MAG – Com mais de um terço da força de trabalho brasileira atuando sem carteira assinada, segundo o IBGE, ter um seguro que mantenha a receita em caso de imprevisto deixou de ser “opcional” para autônomos, MEIs e pequenos empresários.
- Em resumo: especialistas indicam quatro frentes essenciais de proteção: pessoal, renda, família e patrimônio.
Da proteção individual à renda: combine coberturas, não preços
Para quem depende exclusivamente da própria atividade, previdência privada (PGBL ou VGBL) e seguro de responsabilidade civil funcionam como o “colchão” que falta à Previdência Social. Já o seguro de Diária por Incapacidade Temporária cobre as contas quando doença ou acidente impedem o trabalho. De acordo com dados do Valor Econômico, a procura por esse tipo de apólice cresceu dois dígitos em 12 meses.
“Quando o profissional é o provedor único, o seguro deixa de ser custo e vira estratégia de continuidade”, destaca Rodrigo Cunha, gerente de produtos e inteligência de mercado do Grupo MAG.
Patrimônio, dependentes e a nova rotina híbrida
Com o home office transformando casas em escritórios, seguros residenciais passaram a incluir coberturas para equipamentos, notebooks e smartphones usados no trabalho. Na sequência do crescimento do negócio, entram em cena apólices empresariais: incêndio, mercadorias, lucros cessantes e, finalmente, vida em grupo para funcionários. Esses produtos evitam que um sinistro interrompa o fluxo de caixa e derrube a reputação construída.
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Crédito da imagem: Divulgação / InfoMoney