Como transformar adrenalina em vantagem competitiva mesmo em zonas de risco
CNN – Durante o Marketing Network Brasil 2026, o repórter Lourival Sant’Anna abriu bastidores de 15 conflitos armados e mostrou por que gerir o medo pode separar vitórias de colapsos em qualquer mercado.
- Em resumo: propósito claro e foco na tarefa reduzem a ansiedade e evitam decisões erradas.
O pânico nasce na imaginação, não na linha de tiro
Sant’Anna contou que o auge do medo ocorria no avião, antes de chegar ao front, quando a mente “cria inimigos que ainda não existem”. Um levantamento da Bloomberg indica que antecipar cenários extremos aumenta o cortisol em até 25%, o suficiente para comprometer decisões de executivos e investidores.
“Quando mudo o foco para entrevistar, gravar e escrever, o medo evapora”, relatou o jornalista, que já saiu ileso de bombardeios e sequestros.
Descansar na incerteza: lição para gestores e traders
O correspondente defende aceitar o acaso em vez de dobrar a aposta no controle total. A abordagem ecoa a tese de antifragilidade pós-2008: planos flexíveis sobrevivem a choques de juros, câmbio ou supply chain. Empresas que mantêm caixa robusto e portfólio diversificado tendem a sair fortalecidas de crises inesperadas.
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Crédito da imagem: Eduardo Lopes / Maquinadafoto