Liquidez robusta e contratos longos sustentam estratégia do fundo
SNEL11 – Em meio ao boom da geração distribuída, o fundo imobiliário de energia dobrou a aposta no Paraná, terceiro maior polo solar do país, e mira fluxos de caixa previsíveis para proteger cotistas em um cenário macro mais desafiador.
- Em resumo: UFV Soleil já opera com ocupação de 125%, enquanto a liquidez no secundário supera R$ 75 milhões por mês.
Mudança de rota: foco em plantas que já geram receita
Ao adquirir as usinas UFV Cruzeiro do Sul e UFV Soleil em fevereiro, o fundo passou a privilegiar ativos 100% operacionais, reduzindo a exposição a projetos greenfield. A decisão acompanha a tendência de outros players que, segundo um levantamento da Valor Econômico, veem menor prêmio de risco entre parques em construção e plantas maduras.
A UFV Soleil atingiu “aproximadamente 125% de ocupação mesmo no período de Renda Mínima Garantida”, indica relatório da gestora, que projeta manter níveis acima de 100% após 2029.
Por que o Paraná virou peça-chave no tabuleiro solar
O que você acha? SNEL11 vai manter o ritmo de compras ou já precificou o crescimento acelerado? Para acompanhar outras análises sobre fundos de energia, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Suno Asset