Reestruturação mira disciplina de custos e experiência do cliente
Algar – Responsável pelo plano de recuperação operacional executado na última temporada, Eliane Garcia Melgaço acaba de ser promovida à presidência e passa a conduzir a holding mineira sob a missão declarada de apertar os cintos, escalar eficiência e sustentar o ritmo de crescimento em meio a uma economia que ainda opera com juros elevados.
- Em resumo: executiva com três décadas de carreira sucede Luiz Alexandre Garcia e recebe reforço de Paulo Miranda no conselho.
Executiva ganha sinal verde para acelerar governança
Com passagens por marketing, gestão de pessoas e governança, Eliane ocupava a vice-presidência e liderou, em 2025, um programa que cortou custos e elevou margens. De acordo com levantamento da Valor Econômico, companhias que revisam processos internos em ciclos bons ganham vantagem competitiva quando o crédito volta a fluir.
“A perenidade do negócio depende de eficiência ininterrupta”, destacou a empresa em comunicado ao mercado.
Contexto macro: o que está em jogo para investidores
A mudança ocorre em um cenário de PIB moderado e Selic acima de 10%. O controle de despesas ganha relevância porque o custo de capital segue alto, pressionando a geração de caixa. Além disso, a chegada de Paulo Miranda — executivo com 25 anos em aviação e hospitalidade — ao conselho adiciona expertise em serviços de alta concorrência, sinalizando foco redobrado na experiência do cliente.
O que você acha? A nova composição de liderança será suficiente para manter a Algar competitiva até que os juros cedam? Para mais análises sobre a dinâmica das grandes empresas brasileiras, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Algar