Mudança tributária exige tecnologia para evitar multas milionárias
Governo Federal – A transição do ISS para o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) já está no radar do mercado e pressiona empresas de serviços a repensarem processos fiscais para não comprometer margens a partir de 2026.
- Em resumo: o IBS unifica regras e transfere a cobrança para o destino, encurtando a “guerra fiscal” entre municípios.
Fim da disputa municipal põe fim à incerteza jurídica
Hoje, mais de 5.500 prefeituras definem alíquotas e obrigações distintas, cenário que gera custo elevado de compliance. Com o novo tributo, um comitê gestor nacional unificará as regras, reduzindo conflitos de competência que atingem consultorias digitais e empresas de tecnologia.
“O IBS será devido no local onde o serviço é consumido e permitirá crédito integral, fator que pode enxugar preços finais na cadeia”, determina a proposta de reforma tributária.
Impacto direto no caixa e na infraestrutura contábil
A não cumulatividade plena tende a aliviar efeito cascata, mas exige rastreabilidade fina de entradas e saídas. Em meio a juros ainda elevados e inflação persistente, investir em ERPs integrados virou questão de sobrevivência; o Banco Central projeta Selic em 9% até o fim do ano, limite que encarece capital de giro.
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Crédito da imagem: Divulgação / Jornal Contábil