Entenda como lucrar com reformas rápidas mesmo sob crédito caro
Trade Imobiliário – A modalidade de compra, reforma e revenda de imóveis ganhou holofotes recentemente, mas os financiamentos em torno de 11% a 12% ao ano tornaram o cálculo mais apertado para quem busca retorno rápido.
- Em resumo: para o flip dar certo, é vital comprar muito abaixo da média e zerar a reforma em meses.
Alavancagem dobra o ganho — e o perigo
Ao financiar parte do imóvel, o investidor injeta menos capital próprio e potencializa o retorno sobre o dinheiro investido. Essa estratégia, contudo, exige controle rígido de obra, impostos e comissões, além de saída rápida do ativo, segundo levantamento do Valor Econômico.
“Com taxas próximas de 11% a 12% ao ano mais TR, a liquidez para revenda pode ficar mais difícil, principalmente em imóveis de classe média e média alta”, alerta Leonardo Andreoli, da Hike Capital.
Selic elevada muda a conta do investidor
A taxa básica de juros segue em 13,75% ao ano, o que aumenta o custo de oportunidade de deixar capital parado no imóvel. Historicamente, ciclos de queda da Selic impulsionam a demanda por crédito habitacional, favorecendo quem faz flipping. No cenário atual, especialistas recomendam margem de segurança maior: imóveis descontados, localização líquida e reforma de baixo risco.
O que você acha? Vale entrar no house flipping com juros altos ou é melhor esperar a curva ceder? Para mais análises sobre mercado imobiliário, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Magnific