Moedas olímpicas de R$ 1 disparam de valor e podem pagar a fatura do seu cartão
Banco Central do Brasil — Emitidas para celebrar os Jogos do Rio em 2016, as moedas comemorativas de R$ 1 voltaram a chamar atenção em 2026 após negociações que chegaram a R$ 6 mil por exemplar, um ganho que supera a remuneração líquida de muitos investimentos de curto prazo.
- Em resumo: modelos bem conservados das séries Vôlei, Basquete e mascotes Vinicius e Tom já atingem R$ 6 mil nos leilões numismáticos.
Por que essas pequenas peças valem tanto?
A combinação de tiragem limitada, design exclusivo e relevância histórica impulsiona o preço. Segundo o Banco Central, foram cunhadas apenas 20 milhões de unidades distribuídas entre 16 modalidades esportivas, volume ínfimo diante dos 2,7 bilhões de moedas de R$ 1 em circulação hoje.
“Exemplares sem marcas de manuseio já foram negociados por até R$ 6 mil, valor que tende a crescer à medida que a oferta diminui”, apontam catálogos da Sociedade Numismática Brasileira.
Impacto no bolso e como vender sem cair em armadilhas
Com a Selic ainda em dois dígitos e a renda fixa entregando retorno real modesto frente ao IPCA acumulado de 3,94% nos últimos 12 meses, transformar uma moeda esquecida em alguns milhares de reais tornou-se alternativa tentadora. Sites de leilão homologados, lojas de numismática e plataformas como Mercado Livre concentram a maior liquidez, mas especialistas alertam: exija certificado de autenticidade e fotos macro da borda antes de fechar negócio.
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Crédito da imagem: Divulgação / Banco Central do Brasil