Contraste entre fachada discreta e interior banhado a ouro prende o olhar de visitantes e economistas do turismo
Mosteiro de São Bento – Fundado em 1633, o monumento carioca combina uma fachada austera com mais de uma tonelada de talha dourada em seu interior, atraindo viajantes e reativando a economia criativa do Centro do Rio.
- Em resumo: Ouro colonial, canto gregoriano e tombamento nacional fazem do mosteiro um ativo turístico de alto valor.
Por dentro do ouro: a estética que multiplica o fluxo de turistas
Da nave principal ao altar-mor rococó, cada centímetro da igreja é revestido por lâminas de ouro trazidas de Minas Gerais. Segundo levantamento do G1 Economia, o turismo religioso movimenta R$ 15 bilhões por ano no Brasil, e o Mosteiro de São Bento figura entre os pontos de maior retorno per capita no eixo Sudeste.
“Tombado pelo IPHAN desde 1938, o complexo representa o auge do barroco joanino e maneirista em território nacional.” – Relatório técnico do IPHAN.
Impacto macroeconômico: Centro revitalizado e novos negócios
O fluxo constante de visitantes tem impulsionado cafés, livrarias e hostels no raio da Praça Mauá. Dados da Prefeitura indicam alta de 22 % nas aberturas de CNPJs de serviços culturais no último ano, sinalizando que o patrimônio sacro também vira motor de emprego e renda em plena Zona Portuária.
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Crédito da imagem: Divulgação / Mosteiro de São Bento