Rede subterrânea de 117 km detalha como Roma espionava tribos britânicas
English Heritage – A recente identificação de túneis ocultos sob a Muralha de Adriano expõe a sofisticação logística do Império Romano e já movimenta milhões de libras em bolsas de pesquisa, além de projetar uma alta no fluxo turístico do norte da Inglaterra durante 2026.
- Em resumo: sensores térmicos revelaram passagens que ligam fortes a vilarejos externos, elevando o status do monumento a “centro de inteligência” romano.
Tecnologia térmica expõe labirinto subterrâneo
Imagens de alta definição, obtidas por termografia aérea e LiDAR, mapearam anomalias de temperatura ao longo de todo o traçado da muralha. A metodologia, descrita por pesquisadores à Reuters, combinou sobrevoos noturnos e algoritmos de inteligência artificial para “filtrar” calor residual de formações geológicas.
Foram localizados túneis com até 1,8 m de altura numa extensão de 117 km, interligando milecastles, torres de vigia e bases de cavalaria, segundo relatório técnico de 2026.
Impacto turístico e acadêmico no Reino Unido
O achado promete ampliar em até 20% o número de visitantes na região, segundo projeções da agência VisitBritain. Universidades britânicas já destinam verbas extras para escavações cirúrgicas que devem gerar novos empregos em conservação patrimonial. Paralelamente, o governo local estuda incentivos fiscais a empresas de tecnologia que forneçam sensores geofísicos, aproveitando o “efeito vitrine” criado pela descoberta.
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Crédito da imagem: Divulgação / English Heritage