Programas corporativos mostram retorno real em promoções e produtividade
AlmapBBDO – Na quarta edição do “Eleva Ela”, a agência afirma que 74% das colaboradoras mentoradas já tiveram a carreira acelerada, um indicador que vem despertando a atenção de investidores atentos às métricas de ESG e diversidade.
- Em resumo: mais de 400 mulheres foram impactadas por programas que chegam a elevar em 50% a presença feminina em cargos de liderança.
135 anos de atraso: por que a mentoria virou prioridade estratégica?
O Fórum Econômico Mundial projeta 135 anos até a paridade de gênero. Esse dado, citado no Global Gender Gap Report, explica por que empresas como a Petrobrás, o Publicis Groupe e a própria AngelUs correm para reduzir o intervalo. Segundo a Reuters, companhias que avançam em diversidade registram até 25% mais rentabilidade.
“Quando uma mulher chega ao topo, normalmente traz resultados muito fortes porque seu caminho foi mais árduo”, destaca Claudia Colaferro, da AngelUs.
ESG na prática: impacto direto no valuation e na retenção de talentos
Na Petrobrás, metade das participantes do programa interno conquistou promoção, reflexo de 80 horas de mentoria voltadas a competências de liderança e autoconhecimento. Em paralelo, consultorias de governança já apontam bônus ESG de até 10% no custo de capital para empresas com metas de gênero claras — um movimento que ganhou força após a B3 expandir o Índice de Diversidade em 2023.
Para startups e multinacionais, o recado é simples: investir em programas de mentoria feminina não é mais ação de marketing, mas exigência de mercado que impacta valuation, inovação de produto e até o custo do seguro-diretores.
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Crédito da imagem: Divulgação / AlmapBBDO