Silêncio na hora do rush: como o gigante elétrico deve remodelar o transporte público
BYD – A montadora chinesa aposta no articulado elétrico D11B para disputar licitações de BRTs brasileiros, oferecendo zero emissão de ruído e gases a partir de um preço de R$ 2 milhões por unidade.
- Em resumo: veículo de 23 m carrega 170 passageiros com autonomia de 250 km por carga.
Autonomia de 250 km acende disputa nos corredores BRT
Com baterias de fosfato de ferro-lítio, o D11B percorre um dia inteiro de operação antes de exigir recarga de 3 a 5 horas, desempenho que supera parte da frota movida a diesel, segundo levantamento da Reuters sobre ônibus elétricos na América Latina.
Potência total: 400 kW. Capacidade: 170 passageiros. Comprimento: 23 m. Investimento: R$ 2 milhões por unidade.
Impacto fiscal: quando o investimento de R$ 2 mi se paga
Prefeituras gastam, em média, 30 % do orçamento das concessionárias com diesel e manutenção pesada. Ao eliminar o combustível fóssil e reduzir peças móveis, o retorno sobre o capital investido no D11B pode ocorrer em 6 a 8 anos, mesmo sem subsídios federais. O cálculo ganha força diante do reajuste de 14 % no litro do diesel em 2024 e das metas de neutralidade de carbono previstas para 2030 nas capitais brasileiras.
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Crédito da imagem: Divulgação / BYD