Ferramenta 3D transforma demanda do salão em receita escalável
Globo – Em Ipatinga (MG), a viralização de um abridor de latas criado para proteger unhas recém-feitas turbinou o bolso da manicure Karina Drumond: o item soma R$ 11 mil de faturamento mensal, além dos R$ 6,5 mil obtidos com serviços no salão.
- Em resumo: vídeo no Instagram bateu 5 milhões de views e converteu a criadora em microempreendedora digital.
Vídeo de 5 milhões de views destrava vendas online
O gatilho para o boom foi um post que mostrava o acessório sendo usado logo após a esmaltação. Em poucas horas, consumidores perguntavam sobre preço, entrega e cores disponíveis. Estudos sobre margem e logística começaram então a ser feitos pelo casal empreendedor, de olho em estatísticas que mostram como produtos de ticket baixo ganham tração rápida no social commerce, segundo levantamento da Exame.
O abridor especial eliminou o risco de lascar o esmalte, problema citado por 8 em cada 10 clientes do salão, relata Karina Drumond na reportagem exibida no Pequenas Empresas & Grandes Negócios.
Da impressora 3D ao fluxo de caixa: próximo passo é escalar
Com custo unitário reduzido pela manufatura aditiva, o produto tem margem bruta estimada em 65%. O cenário macro também ajuda: o volume de microcréditos para MEIs cresceu 18% em 12 meses, indicando acesso mais fácil a capital de giro para quem, como Karina, pretende ampliar produção ou terceirizar envios. Programas locais de incentivo à inovação em Minas Gerais oferecem até R$ 25 mil em subvenções para protótipos que já demonstrem tração comercial.
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Crédito da imagem: Divulgação / Globo