Pressa da Libertadores turbina bônus e pode definir o próximo técnico
Corinthians – Após a saída de Dorival Júnior, o clube precisa anunciar um substituto ainda nesta semana e estuda desembolsar até R$ 3 milhões mensais para não perder fôlego esportivo nem romper o teto da folha.
- Em resumo: Tite custaria algo em torno de R$ 3 mi/mês; Diniz, até R$ 2 mi, gerando economia de R$ 1,5 mi.
Quanto custa manter Tite ao nível salarial de elite
O último contrato de Tite girava em R$ 2,5 milhões mensais, valor semelhante ao que o Corinthians já pagava a Dorival. Mas luvas, bônus por metas e a comissão técnica podem elevar o pacote acima de R$ 3 milhões, segundo estimativas do mercado — referência corroborada por levantamento da Valor Econômico sobre gastos de clubes com treinadores.
A cada ano de contrato na faixa de R$ 3 milhões/mês, o impacto bruto chega a R$ 36 milhões, sem considerar gatilhos de premiação ligados à Libertadores.
Economia com Fernando Diniz pode aliviar o caixa em ano de déficit
Já Fernando Diniz recebe cerca de R$ 1,2 milhão por mês. Mesmo com luvas e premiações, o custo total ficaria entre R$ 1,5 mi e R$ 2 mi, permitindo ao clube poupar mais de R$ 18 milhões por temporada. Essa folga orçamentária ganha peso num cenário de receitas pressionadas por juros altos e endividamento — o Corinthians tem, segundo balanço mais recente, dívida superior a R$ 900 milhões, reflexo de financiamentos tomados quando a Selic superava 13%, índice que segue elevado em 2026.
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Crédito da imagem: Divulgação / Corinthians