Seleção inclui Petrobras, Vale e yields que chegam a 11,6%
Banco Safra — Em sua atualização mais recente, o banco optou por não trocar nenhuma das 10 ações da carteira de dividendos, movimento que reforça a confiança na estratégia que já bateu o IDIV em 3,7 pontos percentuais nos últimos 12 meses.
- Em resumo: retorno de 44,6% em 12 meses e dividend yields projetados de até 11,6% para 2026.
Por que o Safra manteve o time titular?
A instituição acredita que nomes como Petrobras (PETR4) e Vale (VALE3) seguirão entregando fluxo de caixa robusto e proventos atrativos, mesmo diante da volatilidade externa. Segundo o Valor Econômico, a estatal petrolífera continua entre as pagadoras de dividendos mais generosas do mundo, sustentada pelo barril de petróleo acima de US$ 80.
Desde janeiro de 2020, a carteira recomendada acumula ganho de 90,6%, contra 89,4% do IDIV, evidenciando consistência na distribuição de rendimentos, aponta o Safra.
Juros em queda favorecem papéis defensivos
Com a Selic já em 10,75% e expectativa de novos cortes ao longo do ano, empresas com distribuição previsível de dividendos tendem a ganhar preferência dos investidores. O movimento reduz o custo de capital, fortalece setores regulados — caso de CPFL (CPFE3) e Copel (CPLE3) — e realça o apelo de pagadoras tradicionais como Itaúsa (ITSA4) e Bradesco (BBDC4).
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Crédito da imagem: Divulgação / Banco Safra