Representatividade feminina e voz de fintech prometem mexer nas regras do crédito
CloudWalk – A nomeação de Aline Lima para a diretoria da Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi) sinaliza um movimento inédito: é a primeira vez que o setor de meios de pagamento ocupa espaço de decisão na entidade, tradicional reduto de financeiras.
- Em resumo: Fintech entra na cúpula da Acrefi e acelera o diálogo sobre inovação regulatória.
Por que a nomeação muda o tabuleiro regulatório
A presença de Lima cria uma ponte direta entre players digitais e instituições tradicionais, num momento em que o Banco Central amplia consultas públicas sobre open finance e regulações de crédito alternativo, segundo dados da Valor Econômico.
“A troca entre instituições tradicionais e empresas de tecnologia financeira é essencial para fortalecer o sistema como um todo, promovendo mais eficiência, competitividade e acesso”, destacou a executiva em nota.
Fintechs, IA e o futuro do crédito ao consumo
Fundada em 1958, a Acrefi reúne players responsáveis por mais de R$ 800 bilhões em carteiras de financiamento. Agora, com a CloudWalk — que processa mais de R$ 1 bilhão mensais em pagamentos — o debate sobre Inteligência Artificial, antifraude e inclusão de microempreendedores ganha prioridade. O movimento acontece em meio à forte expansão do Pix, que já responde por 35% das transações eletrônicas no País, e à pressão por taxas de juros mais baixas para o crédito ao consumo.
O que você acha? A entrada de fintechs em entidades históricas acelera a modernização ou gera novos riscos? Para acompanhar outras análises sobre o setor, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / CloudWalk