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giroeconomiconews > Investimentos > 26 FIDCs concentram 70% da dívida da Estrela em recuperação
Investimentos

26 FIDCs concentram 70% da dívida da Estrela em recuperação

Última atualização: 05/21/2026 9:21 pm
Lucas Cezário
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Fundos de recebíveis assumem protagonismo e criam impasse para a fabricante de brinquedos

Estrela (ESTR4) – A lista de credores divulgada na última quarta-feira, 20, revela que a recuperação judicial da companhia está fortemente alavancada em Fundos de Direitos Creditórios, alterando o equilíbrio de poder na renegociação e ampliando o sinal de alerta para quem investe em crédito privado.

Índice de Conteúdos
  • Fundos de recebíveis assumem protagonismo e criam impasse para a fabricante de brinquedos
  • Por que os FIDCs dominaram a lista de credores
  • Risco sistêmico ou caso isolado?
  • Em resumo: 26 FIDCs concentram R$ 112 milhões — 70% de toda a dívida da Estrela — deixando os grandes bancos praticamente fora da mesa.

Por que os FIDCs dominaram a lista de credores

Enquanto bancos de primeira linha se afastaram, veículos como American Bank, IOX e ADGM compraram recebíveis da Estrela, muitos deles em operações de special sits. Segundo levantamento da consultoria Excellance, os três maiores fundos sozinhos respondem por quase um terço do passivo. Em geral, esses gestores adquirem dívidas com grande desconto e apostam na recuperação judicial para capturar retorno, prática detalhada em relatório do Valor Econômico.

“A empresa provavelmente terá de negociar diretamente com os maiores fundos; os menores podem encarar descontos na dívida”, afirma Max Mustrangi, sócio da Excellance.

Risco sistêmico ou caso isolado?

O movimento ocorre em meio ao boom dos FIDCs, que ganharam terreno na esteira do crédito mais caro pós-pandemia. Mesmo com a Selic recuando de 13,75% para 12,75% desde agosto de 2023, o apetite por taxas elevadas mantém esses fundos em alta, reforçando sua importância no financiamento corporativo. Para a Estrela, contudo, a pulverização da dívida significa negociação complexa e, para o investidor, um lembrete de que garantias — como alienação fiduciária citada pela gestora M8 — fazem toda a diferença no cálculo de risco.

O que você acha? A escalada dos FIDCs no financiamento empresarial pode pressionar o custo de capital de outras companhias? Para acompanhar análises do mercado de crédito, acesse nossa editoria especializada.


Crédito da imagem: Divulgação / Estrela

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Feito PorLucas Cezário
Especializado na cobertura ágil e em tempo real do cenário macroeconômico, Lucas acompanha de perto a Bolsa de Valores (B3), decisões sobre taxas de juros (Selic), inflação e flutuações cambiais. Com um olhar clínico para dados, ele entrega notícias factuais e de impacto direto, fundamentais para quem precisa se antecipar às tendências da economia brasileira e global.
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